Eu estudei num certo colégio de Fortaleza a minha vida inteira. E lá eu conheci muita gente que sumiu do mapa, como também conheci alguns futuros rockstars. Brincadeiras a parte, o pessoal com quem eu andava naquela época era meio folgado, passava o dia tocando violão em casa (eu inclusive) hehehe… Tinha até um pessoal talentoso, mas sabe como é… talento sem garra e ambição já deixou muita gente frustrada.

Não o pessoal da Enverso.

Eu conheci a maioria deles quando eu fazia a oitava série, ou logo após disso. Daí apareceu a antiga banda “No Way” (é o novo! um nomezinho que eu sempre achei cliché pra carai, mas eu ficava de bico fechado pra não chatear a turma :) hehehe), e o pessoal já tava tirando um som. E ao contrário do manero aqui, eles não pararam. Investiram, acreditaram, meteram as cara (sic) e tão aí, com CD, clipe e tudo mais.

Enverso – Meu Lugar

Agora a coisa que eu mais admiro nesses caras (que ainda são meus amigos e eu assim quero que continue) é eles investem no som deles. Eu sempre fiquei impressionado de sair numa sexta ou sábado a noite e ver sempre todas as bandas tocando as mesmas músicas, os “sucessos” do rádio. Enche o saco, viu. Bandinha de cover não vai pra frente, não. Se tu tens uma banda, componha. Se você não fizer sucesso nem ficar milionário, no fim das contas você ainda vai ter sua arte, e isso ninguém vai conseguir tirar de você (é a dica do dia :) ).

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