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Quinto Dia no Campus Party

Hoje foi o grande dia dos inesperados e ao mesmo tempo tradicionais flash mobs aqui no Campus Party Brasil, por mais paradoxal que isso possa soar.

Ninguém sabe ao certo de onde os flash mobs surgem ou qual e quão louco será o próximo. Enquanto alguns acreditam que eles sejam uma conseqüência direta da combinação perigosa entre o confinamento e a visita repentina das coelhinhas da Playboy ao evento outros já acham que foi uma loucura generalizada pela venda de Red Bull a 1 real pelo Pagseguro (mas somente se você pagasse dentro do sistema deles).

Campus Party Brasil

Também foi o dia do debate sobre o projeto de lei de cibercrimes do senador Azeredo com a presença do Sérgio Amadeu, Ronaldo Lemos e com um representante do senador já que o próprio senador Eduardo Azeredo optou por não comparecer.

Campus Party Brasil

Também crescem as notícias de roubos dentro do evento. Apesar de muitos seguranças e dos postos de checagem de equipamento com identificação, há muitas brechas que estão sendo exploradas por criminosos dentro do evento. Chegam notícias de notebooks roubados das bancadas (principalmente os pequenos e os sem cadeados) e poses furtadas de dentro de barracas (mesmo de barracas trancadas). Quebra-se o encanto da segurança do evento. Já vejo com nostalgia aqueles tempos de Campus Party moleque, Campus Party arte…

E eu, mais uma noite virada. º_º

Abaixa a Ditadura?


Foto de Johab Silva

Você abre o jornal e tá lá:

No primeiro dia da 28ª Bienal de São Paulo, um grupo de cerca de 40 pichadores invadiu na noite de domingo (26) o pavilhão no Parque do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo, e pichou parte de seu segundo andar – que, nesta edição, está propositalmente vazio. Eles picharam as paredes com as frases: “Isso que é arte”, “Abaixa a ditadura”, “Fora Serra” (sic). Além dos nomes das gangues, como eles mesmos se denominam, “Susto”, “4” e “Secretos”.

Mais adiante:

“Entramos pela porta. Normal. Conseguimos”, disse a menina detida que não quis se identificar. “É o protesto da arte secreta.”

Vamos pensar nas opções.

Opção A) Está certo! Na verdade, o original era assim:

Opção B) Em uma linguagem secreta-cifrada-illuminati-só-para-iniciados, é isso mesmo.


Foto retirada do trombonedesign.com.

Mas porque os pichadores picham pra todo mundo ver um texto em uma linguagem secreta-cifrada-illuminati-só-para-iniciados se ninguém vai entender mesmo? Porque vai ver essa é a graça de uma linguagem secreta-cifrada-illuminati-só-para-iniciados.

Opção C) Toda arte de vanguarda chocou sua geração.

A minha definição de arte é bem abrangente, abarca até isso aí. Por outro lado, o choque de um artefato artístico causado no espectador por si só não faz dele uma obra de arte de vanguarda.

Por exemplo.


Um anão aleijado da Ku Klux Kan.

A porra de um anão, ainda por cima aleijado e da Ku Klux Kan.

kkkkk!

Isso pode chocar algumas pessoas, e daí?

Opção D) Foi tudo planejado. Marketing viral. Você screve errado pra gerar buzz.

Opção E) Abaixa o volume, afasta aí. Foi um typo. Burrice ou descuido mesmo.

Bônus Melhor pichação de todos os tempos.

Abaixa o pau você também. Compre aí umas latinhas de spray.

Pora meu, fui em Sampa. Parte 3

Já houve a primeira, a segunda e essa é a terceira e última parte dessa série.

Eu não tinha como não cair. Um cara aparentando uns vinte e poucos anos, maior pinta de gringo, loiro, olhos azuis. Nos pergunta, em inglês, se falávamos inglês. Sim. Ele conta sua história. Foi assaltado, perdeu os documentos, dinheiro e tudo. Ele disse que na embaixada ninguém tinha ajudado ele e que o hotel mais barato que ele achou para passar a noite custava 24 reais mas ele não tinha nenhum dinheiro.

Eu estranhei que a outra pessoa no carro comigo não deu nenhum dinheiro só falou pra ele ir no hotel e contar a história toda que eles iam entender e dar um jeito. Assim mesmo eu dei uma quantia mínima. Fomos embora. Aí ela me contou que naquele bairro esse é um golpe bem comum, ela já tinha sido abordada quatro vezes com a mesma história. :o Nossa.

Meu vôo no outro dia era as 16 horas, era o que estava escrito no bilhete. Me falaram que havia um ônibus do próprio aeroporto passava praticamente em frente ao meu hotel e me levaria direto para o aeroporto de guarulhos. Isso ia custar uns 25 reais, bem mais em conta do que pegar um táxi que da paulista para guarulhos sairia uns 80 reais. Beleza, liguei pra um outro hotel pra confirmar isso, passei num outro hotel pra confirmar também, falei com meu hotel, era isso mesmo.

Pelas minhas (ingênuas) contas, se eu estivesse na parada do ônibus duas horas antes do vôo daria tempo. As duas da tarde estava lá esperando o ônibus, confirmei os horários do ônibus com um pessoal que estava lá, tudo ok. Algum tempo depois eu estava a caminho. Uma meia hora depois o motorista me avisa que o ônibus ia parar em vários lugares e que chegaria em guarulhos as cinco da tarde! Não entre em pânico – penso eu – desça e pegue a porra de um táxi.

Felizmente em São Paulo existem ruas com uns limites de velocidade bem aloprados. Aqui em Fortaleza achar alguma via com limite de 80km/h é um milagre. Saindo da cidade dei por conta que lá não tem mais outdoors, né? É bonito mas também estranho, dá uma aparência diferente, sei lá. Saltei do táxi bem em cima do check-in da Gol e bem em cima da hora também. Era bem perto das 4 da tarde.

Aí uma moça da Gol – eu não vou dizer o nome, senão ela vai ganhar um aumento – disse que eu não ia voltar pra casa, que eu estava atrasado. Aí eu fiquei meio desesperado, meu celular não funcionava, estava a 3 mil quilômetros de casa e sem ter como voltar.

Aqui eu tenho que parar para fazer um parênteses. Eu acho que quem chega atrasado tem mais é que se foder mesmo. Se o mundo fosse sempre esperar os atrasados o planeta não girava. Os aeroportos no Brasil já estão um caos, imagina se os aviões fossem esperar os atrasados. Mas como eu vou mostrar, não era bem esse o caso.

venha venha venha

Aí eu fui dar uns telefonemas, tomar um café pra me recompor e tirar um dinheiro no banco, eu já havia desistido de entrar naquele avião. No caminho eu percebi que tinha uma tela com o meu vôo com o nome em vermelho piscando “LAST CALL”. Poxa, então esse avião ainda está em solo, me chamando! Eu realmente estava a fim de voltar pra casa então fui no check-in novamente.Eu expliquei gentilmente que eu precisava voltar pra minha casa e que o meu avião alí parado me chamando. Aliás, se o vôo era as 4 horas ele não deveria nem estar ali, certamente ele estava atrasado. Tudo o que eu queria era a chance de tentar embarcar porque o tempo estava passando e o avião estava parado mesmo. De onde eu estava até o meu avião eram só cinco minutos!

Eles me explicaram que eu estava atrasado e que eu não poderia mais embarcar. Eu não achei aquilo muito “inteligente”, eu estava lá, a passagem estava lá, o avião estava lá, porque eu não podia entrar?

meu vôo

No alto, um grande painel indicava que eu tinha até 16:30 embarcar. Uma luz vermelha hipnótica piscava pra mim dizendo “Silveira… Silveira… eu estou aqui te esperando… last call…isso não faz sentido…”. Mesmo assim desconsolado eu me dirigi para o balcão de compra de passagens.

Gol: Linhas Aéreas Espertinhas

Uma fila de passageiros, um único carinha atendendo. Aí ele me disse que pra trocar a passagem eu ia pagar 80 reais de multa mais a diferença para a outra passagem. Quando ele me disse o preço da passagem foi que eu entendi, o lance era “Gol: Linhas Aéreas Espertinhas”. A outra passagem custava o preço de uma pequena usina hidrelétrica. Nessa mesma hora chegaram mais três passageiros do meu mesmo vôo, chegaram depois de mim e não puderam embarcar. Ainda estavam naquela primeira fase, a de desespero (depois vem pânico, desespero, medo, raiva, desespero, raiva, consentimento e tristeza).

meu avião indo embora

Fui tomar meu café e assistir meu avião indo embora sem mim. No alto a luz vermelha continuava a piscar me perguntando o que eu estava fazendo alí parado. Bem, pelo menos eu havia tentado.

meu avião decolando
- Tchau Silveira! Boa sorteeeee!

Achei uma passagem um pouco mais barata, só tinha uma vaga. Preferi comprar logo antes que um dos outros passageiros atrasados o fizesse e me deixasse sem chance nenhuma.

Bem, eu já estava fodido mesmo e o vôo ainda ia demorar. Já sei, vou tentar encontrar meu livro que eu perdi no vôo. Fui nos achados e perdidos do aeroporto que me mandou ir nos achados e perdidos da Gol. Alguns funcionários da Gol diziam que isso não existia enquanto outros se limitavam a me dar informações incorretas. Para encurtar a história, eu fui em todos os lugares do aeroporto onde um civil pode ou não entrar. Por fim eu acabei achado, mas eles não sabiam do meu livro. Deixa pra lá então, eu vou lendo uma revista mesmo.

Quando eu ia embarcar eu lembrei que na ida, eu tinha visto uma caixa onde a polícia federal colocava os objetos apreendidos. Estiletes, tesouras, chaves de fenda, facas e coisas que só um idiota levaria na bagagem de mão em tempos estúpidos como o nosso. Poxa, eu precisava de uma foto daquilo. Dessa vez eu resolvi ser mais esperto do que no MASP, eu ia fotografar primeiro e perguntar depois. Preparei a câmera e tirei essas fotos:

Caixa de armas

Caixa de armas 2

- Ei rapaz! Você não pode tirar fotos disso! – Disse o cara da Polícia Federal.
- Oh, desculpa! – E saí de lá antes que eles tentassem alguma coisa estúpida como mandar eu apagar alguma foto.

Bem, trata-se da minha nova abordagem sobre o que eu posso e o que eu não posso fotografar. Eu posso fotografar qualquer coisa que meus olhos passam ver. Se você tem um quadro na sua casa que você não quer que ninguém fotografe, tudo bem, eu não vou arrombar sua casa, lhe dar uma voadora e tirar uma foto, isso seria no mínimo invadir sua privacidade. Mas se você pendurar o mesmo quadro na calçada e eu passando vejo com meus olhos, então dane-se, eu posso fotografar. Se você quiser que eu não possa fotografar coloque um saco plástico preto em cima do maldito quadro. É o mesmo caso dessa caixa aí, estava lá para eu ver, bem no meio da passagem.

Lá pelas tantas a Gol me muda de vôo o outro estava com problemas ou alguma coisa assim. Depois de muita espera pelo horário do vôo eles anunciam que o meu vôo ia atrasar. Oh Really?! Quer dizer que quando eu atraso eu me lasco mas se eles atrasam, então tudo bem. Pimenta nos olhos dos outros é coca-cola, né? Massa, Gol: Linhas Aéreas Espertalhonas. Não faz muito sentido as regras arbitrárias que se aplicam a um cidadão não sejam aplicáveis a uma companhia.

Dentro do avião uma demora danada, vários casos de mais de um bilhetes correspondendo a mesma poltrona. Como é que uma companhia aérea no Brasil consegue falir desse jeito? É muita incompetência, sem falar nas tragédias aéreas que tivemos esse ano.

De toda forma fica a lição pra mim e pra vocês, cheguem cedo, muito cedo para o seu vôo, porque se depender deles…

MegafoneFaça um blogue ou veja os preços de um megafone e bote você também a boca no trombone. Já Cotei.

Pora meu, fui em Sampa. Parte 2

Esse post é a parte 2 de 3, obviamente existe uma parte 1.

Fiquei num hotel bem bacana, perto da Avenida Paulista com a Rua Augusta. Meu celular simplesmente ficou sem sinal quando chegou em São Paulo, não entendi. Achava que ia ficar com algum tipo de tarifação diferente, mas ia funcionar. Alguém explica?

Resolvi sair zanzando e conhecendo as coisas, tudo que eu sabia tinha vindo da Wikitravel.

A avenida Paulista é realmente incrível. É extensa, movimentada e tudo tem tamanho monumental. :o

Avenida Paulista

Na verdade, eu esperava que São Paulo fosse uma cidade muito mais cheia de concreto, cinza, poluída. Essa era a imagem que eu tinha. Mas na verdade eu achei muito arborizada e limpinha. Há árvores espalhadas por todos os cantos, pelo menos nos bairros que eu visite.

Alguma coisa

Aqui em Fortaleza ninguém pode ver um pé de pau que traz logo um machado. Só na minha rua, no meu quarteirão, desde que eu moro aqui já derrubaram umas 3 árvores de grande porte. Toda semana eu dou falta de alguma árvore familiar.

Metrô estação

Também peguei um metrô pela primeira vez. Rapaz, o negócio é sensacional. Quando eu estava começando a curtir a viagem, já tinha acabado. É realmente muito rápido. Olhando no mapa, eu cortei alguns quarteirões num piscar de olhos, da estação consolação até a vila madalena. Aqui em Fortaleza ainda não tem metrô, estão construindo um na verdade. Na verdade, desde que eu me entendo por gente estão construindo. Quando eu era pequeno me diziam que iam terminar em 2006, que pra mim era um ano muito, muito distante.

Livraria Cultura

Outro negócio legal que eu vi foi a Livraria Cultura. Uma livraria gigantesca, três andares, ricamente decorada e com dragões! Sim, enormes dragões pendurados no teto, algo muito bonito. E também é cheio de espaços para leitura. Eu podia ter aproveitado pra comprar o livro que eu perdi no vôo, mas ainda havia a chance de encontrar ele no aeroporto.

MASP

No último dia por lá eu fui no MASP, que eu sempre quis conhecer, não só pelo acervo mas também pela arquitetura do lugar. É realmente fantástico, o acervo é fenomenal. Pude conhecer de perto várias obras que eu só conhecia pelos livros, principalmente coisas do Portinari e Di Cavalcanti. Infelizmente eu não pude tirar nenhuma foto. Eu até entendo que para preservar as obras do tempo (algumas tem mais de 2000 anos!) elas devam ficar protegidas dos flashes das câmeras. Mas porque eu não posso tirar fotos sem flash? Tem museus que eu já fui que podia tirar fotos, desde que sem flash.

Bem, mesmo assim eu resolvi tirar uma fotinha só, uma que não ia fazer mal a ninguém, ali no cantinho, na área de arte contemporânea. Tem umas escadarias muito legais lá:

só essa

Pronto, foi só essa que eu consegui porque aí os seguranças me repreenderam.

obs: se algum dia você for num restaurante libanês, não tenha medo de pedir uma esfirra de zaata, é muito bom. =p~

mp3 playerSabe o que era uma boa pra você? Um mp3 player, ou então um mp4, quem sabe até um mp5! Dê uma olhadinha aí nos preços, vá. Já Cotei.

Pora meu, fui em Sampa. Parte 1

Eu vou logo avisando que essa é uma longa história, dividida em três longos posts.

Esses dias eu estava por aí e conheci o Marcelo Branco, que eu conhecia só pela rede, de blogs e vídeos no Youtube.

Marcelo Branco

Ele deu uma palestra muito interessante (inclusive nós gravamos e fizemos uma espécie de podcast) e depois batemos um papo rápido sobre blogs e sobre o blogcamp daqui e sobre o Campus Party.

Campus Party Espanha 2004
Campus Party 2004

O Campus Party é uma mistura de Fórum Social Mundial com Fórum Internacional de Software Livre e Woodstock. Como diria o Pedro Markun, vai ser o Nerdstock! :-b Pela própria descrição no site do evento:

A Campus Party é o maior encontro de comunidades da Internet do mundo. É um espaço pensado para incentivar o compartilhamento, a aprendizagem e a transferência de conhecimentos. Nele, durante 7 dias e 7 noites, milhares de participantes acampam em suas barracas, com seus computadores a tira-colo trocando momentos, idéias e experiências.

É com esse mesmo espírito que carrega a Campus Party da Espanha que, de 11 a 17 de fevereiro de 2008, a Bienal do Ibirapuera será transformada numa grande cidade tecnológica.

Bem, vocês ainda vão ouvir falar muito sobre Campus Party nesse e em outros blogs até porque uma área inédita do evento será a Área de Blogs. Inclusive aqui em Fortaleza, já há uma intensa movimentação para organizar uma caravana para participar do evento. Fiquem de olho. ;)

Acontece que o Marcelo me colocou em contato com o pessoal do Campus Party e me convidou pra ir em São Paulo para conversarmos mais sobre o evento. Como eu nunca tinha viajado de avião e também nunca tinha visitado São Paulo então ia ser algo particularmente divertido. E como eu já sou meio perdido em Fortaleza muita gente também achou que essa ia ser uma viagem particularmente perigosa. Mas eu sou louco pra conhecer São Paulo, é claro que eu topei na hora.

Eu dentro do avião na viagem de ida

Eu embarquei no Aeroporto Pinto Martins em direção ao Aeroporto de Guarulhos num vôo da Gol. Foi super tranqüilo, cheguei, check-in, embarquei e pá, já estava voando.

As aeromoças comissárias de bordo dizem aquela historinha pra te assustar, que o avião vai cair, não sei o que, você pega a poltrona e sai flutuando e tal. Na ida eu fui terminando de ler o Até Mais e Obrigado Pelos Peixes! do Douglas Adams. O avião balançava pra caramba, mas como era minha primeira viagem eu achei tudo muito normal. Felizmente faz poucos dias que eu fui a um parque de diversões então tudo aquilo foi mole.

Eu não ia andar de avião pela primeira vez e não sentar do lado da janela. :-? Daí eu vi uma poltrona dando sopa e fui pra lá. Como o vôo foi a noite dava pra ver as cidades formando constelações no chão. Como a lua estava bem cheia deu pra ver nitidamente as nuvens. É uma visão muito bonita.

O meu erro foi que quando eu mudei de lugar eu deixei meu livro na poltrona. Nessa altura eu já tinha terminado o primeiro e agora estava lendo a continuação do livro, o Praticamente Inofensiva. Quando pousamos alguém viu o livro e achou que eu tinha esquecido ali e levou para a aeromoça comissária de bordo. Ela por sua vez, e eu não sei porque, entregou o livro para outro passageiro e disse para que ele procurasse alguém que tivesse aquela cara típica de quem perdeu o livro. Eu peguei pus um livro na mão e saí andando na esperança desse plano estranho dar certo. O tal outro passageiro me encontrou, mas não estava mais com o livro, havia entregue de volta para alguém, acho que a aeromoça comissária de bordo. O fato é que eu sai dali sem meu livro e sem saber do destino de Arthur Dent.

praticamente inofensiva

Aliás, se você está com meu livro, entre em contato. É um livro como o da foto acima. Você pode até ler ele, porque apesar dele ser o quinto livro da trilogia do Guia dos mochileiros das Galáxias, ele pode ser lido independentemente de você ter lido os outros.

Dizem que a comida do avião é pouca e ruim. Bem, isso é verdade. Eu cheguei lá morrendo de fome. O Sérgio Amadeu foi me pegar no aeroporto e saímos pra jantar com um pessoal e depois eu fui pro hotel. Um hotel bem legal por sinal.

  • obs. 1: Teria sido uma boa idéia colocar um pequeno travesseiro e uma garrafinha d’água na bagagem de mão.
  • obs. 2: Meus agradecimentos ao Sérgio, Marcelo, a Mariel, a Tatiana, o Pedro , a Bianca e a todo mundo que também me ajudou por lá.
  • obs. 3: Gol, você se prepare, na terceira parte dessa história eu vou baixar o pau em você.

Câmera chibataQuer ver preços de câmeras digitais? Bem que eu queria ter levado uma câmera melhor. Já Cotei.